sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Boldo

http://www.plantasquecuram.com.br/ervas/boldo-brasileiro.html

BOLDO BRASILEIRO

Plectranthus barbatus

Descrição : Planta da família das Lamiaceae, também cohecido como alumã, boldo chileno, boldo de jardim, boldo do , boldo falso, boldo nacional, boldo silvestre, erva cidreira, falso boldo, malva amarga, malva santa, sete dores, sete sangrias, tapete de oxal. Arbusto perene que pode chegar até 2m de altura. Caule amarelo-acinzentado bastante rugoso, pouco ramificado, com ramos quadrangulares. Folhas opostas, ovado-oblongas, verde- na página superior e verde-pardacento na inferior,com até 12cm de comprimento, margem serreada, pilosa em ambas as páginas; Inflorescência em espigas axiais, tipo rácimo, com  hermafroditas, azuis a violáceas, pentâmeras.
Habitat: Planta brasileira presente em quase todas as regiões do país - em jardins, hortas, terrenos baldios e cultivados.
Parte utilizada: Folhas frescas, raízes.
Habitat: Planta brasileira presente em quase todas as regiões do país em jardins, hortas, terrenos baldios e cultivados.
História: Faz parte da medicina popular, com as mesmas utilizações do Boldo-do-chile.
Plantio :
Multiplicação: reproduz-se por estacas (mudas) e sementes; reprodução por ramos da planta-mãe ou divisão de raízes. Muito rústica, sobrevive à seca, mas prefere solos úmidos, férteis e semi-sombreados.
Cultivo: Existem 4 espécies de boldos. O boldo comum, o boldo europeu e o boldo Vernônia, que se adaptam em solos secos e em qualquer clima, o boldo do Chile não. É melhor cultivá-los, plantado-os em covas com bastante matéria orgânica. O boldo comum necessita de 1 metro de espaçamento entre plantas, a Vernônia necessita de pelo menos 2 metros e o boldo europeu 0,5m. Respondem bem quando irrigados;
Colheita: Colhem-se as folhas o ano todo.
Princípios Ativos: Barbatusol, barbatol, barbatusina, cariocal, ciclobutatusina, colenol, coleol, coliona, óleo essencial (rico em guaieno e fenchona), ferruginol, forskolina. As folhas frescas contém 0,1% de óleo essencial e folhas secas ao ar 0,3%.
Propriedades medicinais:O boldo nacional pode ser usado contra azia, dispepsias, mal-estar-gástrico, no controle da gastrite, na ressaca e como amargo estimulante da digestão e do apetite. Tem efeito hipossecretor gástrico, ou seja, diminui o volume do suco gástrico e sua acidez. Mas ainda não se sabe qual seria o componente químico responsável pelo sabor amargo tão característico das folhas, que surpreendentemente não está presente nos talos.
Indicações: Diarréia (extrato cru das folhas é antiviral), fadiga do fígado, distúrbios intestinais, hepatite, cólica e congestão do fígado, obstipação, inapetência, cálculos biliares, debilidade orgânica, insônia, ressaca alcoólica.
Uso pediátrico: Não é aconselhado.
Uso na gestação e na amamentação: Não há estudos sobre sua farmacocinética nem teratogenicidade nestas condições.
Contra-indicações: Portadores de úlceras e gastrites
Efeitos colaterais: Doses elevadas pode provocar irritação da mucosa do estômago.
Modo de usar:
Alcoolatura: 20 g da planta fresca em 100 ml de álcool. Tomar 20 a 40 gotas até 3 vezes ao dia.
Sumo: Amassar 2 folhas frescas em 1 copo e completar com água. Aguardar 5 horas e tomar (2 a 3 vezes ao dias).
Lava-pé: ferver algumas folhas. Esfriar e usar em banhos antes de dormir (insônia).
Afecções hepáticas (hepatite, cólicas, congestões,etc.), dispepsias ,flatulência, obstipação, afecções gástricas, inapetência, cálculos biliares, debilidade orgânica - infusão: o chá é feito por infusão de 1 a 3 folhas por xícara grande de água fervente. Tomar de 1 a 3 xícaras de chá ao dia. Insônia - decocção: chá por decocção, sob a forma de banhos, age como tranqüilizante e proporciona sono reparador.
Posologia: Adultos: 10a 20ml de tintura divididos em até 3 doses diárias; 5g da planta fresca (2 e % colheres de sopa para cada xícara de água) em infuso 15 minutos antes das principais refeições, para uso interno em afecções hepáticas, para as quais a planta é específica. Sua ação sobre os processos digestivos é consequência de sua ação sobre o fígado e vesícula biliar; O  com 50g de folhas frescas em infuso em 11 de água, tem efeito tranquilizante, produzindo relaxamento e um sono reparador.
Boldo Baiano

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Boldos

  

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Cantinho Vegetariano: Papinhas Vegetarianas

Cantinho Vegetariano: Papinhas Vegetarianas: Introdução em etapas A criança bebe apenas leite por praticamente seis meses. Por isso, é preciso introduzir as papinhas aos poucos. O mé...

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Ora-pro-Nóbis....oremos por tds NÓS!!!!

COPIO E COLO informações super importantes sobre a planta ORA-PRO-NÓBIS


http://www.sempresustentavel.com.br/terrena/ora-pro-nobis/ora-pro-nobis.htm



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Caros amigos, como disseminador e doador de mudas e estacas dessa planta do BEM, estou disponibilizando nessa página algumas apresentações de pesquisadores e estudiosos sérios dessa planta, que são:
 Apresentação do Prof. José Cambraia
 Apresentação da Dna. Ioshiko Nobukuni
 Apresentação editada por: Eng. Agrônomo Antônio Alfredo Schimidt & Dra. Ivone Tambelli Schmidt









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UM ARCO DE ENFEITE - (paisagismo)
No jardim de entrada.
É CERCA INTRANSPONÍVEL
Pode ser usada como cerca.
Nenhum animal rompe esta moita de espinhos.
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ALIMENTO HUMANO E RAÇÃO ANIMAL, REMÉDIO
Muito usada na cozinha mineira, rica em proteínas de alta digestibilidade, tem vitaminas, cálcio, fósforo, ferro.
Combate a anemia, enriquece a merenda escolar.
Serve para ração animal, também na apicultura.
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LINDAS FLORES PERFUMADAS
Flores perfumadas, tem muito néctar e pólen, serve na apicultura.
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SALADA DE FLORES
Pode-se comer salada de flores, tem muito néctar e pólen.
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Nikolaos Argyrios Mitsiotis comendo salada de flores
fonte: www.melissotroficas.com.br
PODE-SE FAZER DELICIOSOS PRATOS
BOLO VERDE


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MACARRÃO VEGETARIANO COM ORA PRO NOBISCLIQUE PARA AMPLIAR
MORANGA COM ORA PRO NOBISCLIQUE PARA AMPLIAR
SORVETE DE ORA PRO NOBIS
FRUTOS MEDICINAIS
Frutos medicinais, expectorante e anti sifilítico.
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segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Feira de Sementes e Mudas em Alto Paraíso 15 e 16 dez 2012


Iniciativa importantíssima!!!!!!!!!


Tanto a Feira quanto o blog!!!!!!

aho- coletivos sw organizando co LABOR ATIVA MENTE S E COR AÇÕES....
sementes....semen.....são re começo.....


http://feiradesementesemudas.blogspot.com.br/

TERÇA-FEIRA, 4 DE DEZEMBRO DE 2012



Nos dias 15 e 16 de dezembro acontece em Alto Paraíso de Goiás a II Feira de Sementes e Mudas da Chapada dos Veadeiros, promovida pelo Centro UnB Cerrado em parceria com a Cooperativa Frutos do Paraíso. O evento tem como objetivo central a criação de uma rede de conservação, difusão e troca de sementes crioulas na região e será palco de importantes debates e do intercâmbio de experiências entre agricultores locais, representantes do poder público,  de organizações não governamentais, indígenas, bem como professores da Universidade de Brasília (UnB) e comunidade em geral.

Uma série de atividades compõe a programação da feira, que  dá continuidade à discussão iniciada em 2011. Desta vez, com enfoque exclusivo no resgate e utilização das sementes, por meio de palestras, rodas de prosa e formação de grupos de trabalho que possibilitem o aprofundamento e ampliação do conhecimento sobre o uso da agrobiodiversidade de forma a contribuir para o desenvolvimento da agroecologia, da autonomia dos agricultores e para a segurança e soberania alimentar na região.

A exposição, troca e comercialização de sementes e mudas estão previstas para a tarde de sábado, na Feira do Produtor Rural de Alto Paraíso, onde também será realizado o lançamento de cartilhas sobre três comunidades rurais do município (Assentamento Sílvio Rodrigues, Comunidade do Sertão e Povoado do Moinho). O material, fruto de projetos implementados pelo Centro UnB Cerrado em 2011 e 2012, traz o retrato histórico e socioeconômico de cada localidade, selando a conclusão das atividades do ano letivo.  

Encerrar o ano com a promoção da feira é uma oportunidade para o Centro UnB Cerrado dar retorno à população de Alto Paraíso sobre ações executadas em quase dois anos e consolidar a aliança com a Cooperativa, fortalecendo a cadeia produtiva agroecológica da região. A troca de sementes é um momento privilegiado para a constituição de redes de reciprocidade e para a transmissão de conhecimentos. Além disso é parte fundamental no processo de conquista da autonomia produtiva por parte dos agricultores e fator decisivo na garantia da segurança alimentar na Chapada dos Veadeiros.

O convite para a II Feira de Sementes e Mudas da Chapada dos Veadeiros é aberto a toda comunidade. Para saber mais, confira a programação completa do evento neste blog. 

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Ação com jovens de comunidades rurais de Alto Paraíso de Goiás


http://www.cnph.embrapa.br/organica/pdf/programacao_seminario_agroecologia.pdf

Ação com jovens de comunidades rurais de Alto Paraíso de Goiás

LARANJEIRA, Nina Paula¹, LULKIN, Claudia

¹Centro UnB Cerrado, ninalaranjeira@unb.br

Palavras-Chave: educação ambiental, segurança alimentar, sustentabilidade,
identidade,

Relato de Experiência

Este resumo trata da experiência desenvolvida no âmbito do Centro UnB Cerrado
(ainda em andamento), em áreas rurais do município de Alto Paraíso de Goiás, com
início em junho de 2011. Esta ação é parte do projeto da Emenda Funcional
Programática da Bancada do Distrito Federal nº 7108 0004 19.572.0471.8976.001.
No ano de 2011, foi oferecido curso de Agroecologia, com 200 horas/aula, para jovens a partir de 14 anos, estudantes do ensino básico, nos espaços das escolas (e em parceria com estas) das comunidades do Sertão e da Cidade da Fraternidade/
Assentamento Silvio Rodrigues. Paralelamente, trabalhamos projetos de pesquisa e extensão com o intuito de conhecer as comunidades, utilizando metodologias científicas aplicadas pelos próprios estudantes. Foram levantados dados socioeconômicos, de produção agropecuária, de hábitos de vida e alimentares, e
descrição ambiental. O principal objetivo desta caracterização foi trabalhar a identidade dessas comunidades, sua relação com a terra, buscar alternativas para geração de renda e conservação do BIOMA CERRADO. Após essa caracterização,
em 2012 iniciamos o desenvolvimento de projetos propostos pelos estudantes.
Como desafio, a descrença e desinteresse da juventude no valor da terra enquanto meio de produção e de vida. Buscou-se valorizar o campo, por meio do trabalho com a identidade, e do debate de temas como agroecologia, comunidades do campo &
conservação do cerrado, mudança de paradigma na relação com a natureza & papel do homem do campo nesse contexto, segurança e soberania alimentar. As duas comunidades diferem em aspectos como geografia e estado de conservação do bioma, história, relação com a terra, relações sociais, produção de alimentos e
hábitos alimentares, papel de lideranças locais. Os respectivos contextos exigem diferentes ações, e resultaram em desdobramentos diferenciados para 2012. A comunidade do Sertão é mais tradicional, tem relação forte com a terra, há muitas
gerações no território, mas com grande dificuldade de acesso e dependência do transporte da prefeitura local para desenvolvimento do projeto. Por isso, o ritmo aí foi mais lento e optaram por fortalecer e ampliar os projetos iniciados na escola em 2011: sistema agroflorestal, viveiro, meliponicultura, banco de sementes e horta - e a partir destas experiências levar para as propriedades. Já no Assentamento SílvioRodrigues, iniciado com o acampamento do MST há oito anos, e com cinco de pré-
assentamento, boa parte das 119 famílias é oriunda de áreas urbanas, tendo pouca tradição de cultivo. Por outro lado, a Cidade da Fraternidade e sua mantenedora (OSCAL), onde está o Assentamento, oferecem grande suporte, incluindo o
transporte, oportunidades de formação e o ambiente da Escola Humberto de Campos, onde se faz o amálgama dessa nova cultura, e que vem a somar-se à ação da UnB. A dificuldade de acesso à água e a falta de energia elétrica na maioria dos
lotes cria diversas dificuldades que estão sendo discutidas. Assim, os projetos aí desenvolvidos buscam soluções para a questão da água, por exemplo a construção de bomba carneiro a baixo custo, maior investimento na colheita e comercialização de sementes.

Agradecimentos:
OSCAL (Organização Social Cristã-Espírita André Luiz), e APROMAS (Associação dos Produtores e do Meio Ambiente do Sertão), entidades locais de apoio ao projeto.

Cactáceas na cuRa no sertão baiano

http://www.sbpmed.org.br/download/issn_06_2/artigo6_v8_n3.pdf
Baixar o PDF para estudo
Cactáceas na cuRa no sertão baiano.

domingo, 2 de dezembro de 2012

Glycemic index diet: What's behind the claims Mayo Clinic



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http://www.mayoclinic.com/health/glycemic-index-diet/MY00770

Glycemic index diet: What's behind the claims

By Mayo Clinic staff

Definition

Glycemic index diet is a general term for weight-loss diets that are based on your blood sugar level. Many popular commercial diets, diet books and diet websites revolve around the glycemic index, including Nutrisystem, the Zone diet and Sugar Busters.
A glycemic index diet uses the glycemic index to guide your eating plan. The glycemic index was originally developed to help improve blood sugar control in diabetes. The glycemic index classifies carbohydrate-containing foods according to their potential to raise your blood sugar level.
The glycemic index diet is not a true low-carbohydrate diet because you don't have to count carbohydrates (carbs). Nor is it a low-fat diet. It also doesn't require you to reduce portion sizes or count calories. But the glycemic index diet does steer you toward certain types of carbs.

Purpose

Diets based on the glycemic index suggest that you eat foods and beverages with low glycemic index rankings to help you keep your blood sugar balanced. Proponents say this will help you lose weight and reduce risk factors for certain chronic diseases.
Why you might follow the glycemic index dietYou might choose to follow the glycemic index diet because you:
  • Want to change blood sugar imbalances related to your current diet
  • Want to change your overall eating habits
  • Don't want to count calories or go low-carb
  • Want a diet that you can stick to for the long term
Check with your doctor or health care provider before starting any weight-loss diet, especially if you have any health conditions, including diabetes.

Diet details

Proponents of the glycemic index diet, sometimes called a low GI diet, say that high blood sugar levels are linked to a variety of health problems, including diabetes, obesity and heart disease. They say that following a diet based on the glycemic index can help you choose foods that will result in weight loss and prevention of chronic diseases. But scientific evidence supporting the role of the glycemic index diet in weight loss remains mixed. And you might be able to achieve the same health benefits by eating a healthy diet, maintaining a healthy weight and getting enough exercise.
Blood sugar basicsSugar (glucose) is a main source of energy for the cells that make up your muscles and other tissues. Glucose comes from two major sources: carbohydrates in food and extra stores in your liver. Carbohydrates come in the form of sugar, starch and fiber. After you eat or drink something with carbs, your body breaks down each type of carbohydrate in essentially the same way, converting it into sugar. The exception is fiber, which passes through your body undigested. The sugar then enters your bloodstream. From there, it enters individual cells throughout your body to provide energy. Extra sugar is stored in your liver and muscles in a form called glycogen.
Two hormones from your pancreas help regulate the level of blood sugar. The hormone insulin moves sugar from your blood into your cells when your blood sugar level is high. The hormone glucagon helps release the sugar stored in your liver when your blood sugar level is low. This process helps keep your body fueled and ensures a natural balance in blood sugar.
Blood sugar imbalanceSome food is thought to disrupt this natural balance by creating large spikes in your blood sugar level. When your blood sugar and insulin levels stay high, or cycle up and down rapidly, your body has trouble responding and over time this could contribute to insulin resistance. Insulin resistance is associated with a host of health problems, including:
  • Type 2 diabetes
  • Obesity
  • High blood pressure
  • Stroke
  • Heart disease
Glycemic index rankingThe glycemic index ranks foods and beverages based on how they affect your blood sugar level. Foods are scored on a scale of 0 to 100. Only foods and beverages that contain carbs are ranked, since they have the biggest effect on blood sugar. You can find extensive lists online and in books of GI rankings, but many foods and beverages remain unranked. Manufacturers can pay to have their brand-name products ranked by Sydney University Glycemic Index Research Services in Sydney, Australia, which maintains a comprehensive database of glycemic index values for carbohydrate-containing foods.
Foods ranked by the glycemic index are given scores:
  • High: 70 and up. Examples include instant white rice, brown rice, plain white bread, white skinless baked potato, boiled red potatoes with skin and watermelon.
  • Medium: 56 to 69. Examples include sweet corn, bananas, raw pineapple, raisins and certain types of ice cream.
  • Low: 55 and under. Examples include raw carrots, peanuts, raw apple, grapefruit, peas, skim milk, kidney beans and lentils.
With the glycemic index diet, a high glycemic index is undesirable. Proponents say that foods and beverages with high glycemic index scores are rapidly digested by your body. This causes a spike in your blood sugar, which may then be followed by a rapid decline in blood sugar, creating wide fluctuations in your blood sugar level. In contrast, items with low glycemic index rankings are digested more slowly, raising blood sugar in a more regulated and gradual way.
Because low glycemic index foods are absorbed more slowly, they stay in your digestive tract longer. This is why these foods are sometimes called slow carbs. These foods may help control appetite and delay hunger cues, which can help with weight management. Balanced blood sugar also can help reduce the risk of insulin resistance.
Typical menu for a glycemic index dietMany commercial diets are based on the glycemic index. What you can eat depends on the specific commercial diet you follow. Sydney University's glycemic index website doesn't promote specific commercial weight-loss plans or label carbs as good or bad. Rather, it recommends that you use the glycemic index to help you choose what foods to eat and suggests that you:
  • Focus on breakfast cereals based on oats, barley and bran
  • Choose breads with whole grains, stone-ground flour or sourdough
  • Eat fewer potatoes
  • Eat plenty of fruits and vegetables
  • Avoid oversized portions of rice, pasta and noodles

Results

Weight lossCommercial diets that are based on the glycemic index say that you'll lose weight without having to count carbs or calories. Foods that have a low glycemic index ranking are said to make you feel full longer and to balance your blood sugar.
Results from research studies are mixed, and some studies have been of poor quality. Some studies show that calorie for calorie, there's little difference in hunger after eating a high GI food or a low GI food. Other studies, though, conclude that you're more likely to lose weight and reduce your body mass index (BMI) with a glycemic index diet than with a traditional diet, even if you're obese and need to lose a significant amount of weight. That may be, at least in part, because it's easier to stick to the glycemic index diet for the long term since it's not considered an extreme diet.
One study showed that participants following the Zone diet maintained a weight loss of about 7 pounds (3.2 kilograms) after one year — about the same amount of weight lost as in the three other diets in the study. There have been few studies about the impact of the glycemic index diet on weight loss after a year or more. But some evidence suggests that a diet higher in protein and lower on the glycemic index may lead to sustained weight loss. Some evidence also suggests that you may lose weight on a glycemic index diet simply because you choose more fiber and protein, which helps you reduce portion sizes and eat less.
Still other studies suggest that there's little if any evidence that having an elevated blood sugar level leads to weight gain if you're healthy. These studies note that insulin is vital to good health, and that insulin becomes a problem only when insulin resistance develops. Insulin resistance doesn't develop from eating certain carbs or proteins but from being overweight. Weight loss from any type of diet improves blood sugar control.
The bottom line is that to lose weight, you must reduce the calories you take in and increase the calories you burn. Traditional recommendations for weight loss advise losing 1 to 2 pounds (0.45 to 0.9 kilograms) a week by reducing calories and fat and emphasizing complex carbohydrates. Losing a large amount of weight rapidly could indicate that you're losing water weight or lean tissue, rather than fat.
Health benefitsProponents of the glycemic index diet say that you can improve or reduce the risk of serious diseases, including diabetes and cardiovascular disease.
Almost any diet can reduce or even reverse risks factors for diabetes and cardiovascular disease — if it helps you shed excess weight. And most weight-loss diets can improve blood cholesterol or blood sugar levels, at least temporarily.
On the other hand, the glycemic index doesn't rank foods according to how healthy they actually are. Indeed, some foods with the preferred lower GI ranking may, in fact, be less healthy because they contain large amounts of calories, sugar or saturated fat, especially packaged and processed foods. Both potato chips and ice cream, for instance, have a lower glycemic index ranking than do baked potatoes, even though baked potatoes are generally considered healthier. So while lower GI items may help blood sugar balance, choosing them indiscriminately could lead to other health problems.
Other concernsOne major concern with the glycemic index is that it ranks foods in isolation. But in reality, how your body absorbs and handles carbs depends on many factors, including how much you eat; how the food is ripened, processed or prepared; the time of day it's eaten; other foods you eat it with; and health conditions you may have, such as diabetes. So the glycemic index may not give an accurate picture of how one particular food affects your blood sugar. Glycemic load is a related concept that scores a food product based on both carb content and portion size. But the larger the portion size, the greater the calories consumed whether the glycemic index is high or low.
It also can be difficult to follow a glycemic index diet on your own. For one thing, most foods aren't ranked by glycemic index. Packaged foods don't generally list their GI rank on the label, and it can be hard to estimate what it might be. And for some types of food, the glycemic index database has multiple entries — you may not be sure which entry is accurate.
On the other hand, many generally healthy foods are naturally low on the glycemic index, such as whole grains, legumes, vegetables, fruits and dairy products. If you eat a healthy diet, based on fresh foods that aren't highly processed, you may get the same benefits of the glycemic index diet. But if you need extra guidance toward healthier choices, the glycemic index may help.

Risks

Studies of the glycemic index diet haven't revealed any specific health risks to following the diet. However, it's possible that if you choose lots of low GI foods that are high in calories, sugar and saturated fats, you could develop some of the same health problems the diet hopes to prevent.